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Angola. Empresas portuguesas podem diversificar economia

“É nestes momentos que devemos pensar em todos os entraves que ainda há à entrada de empresas em Angola, ao investimento, até ao nível dos vistos, coisas pequenas e grandes, para que se possa facilitar que as empresas portuguesas deem o contributo que podem dar à diversificação de Angola, à retirada desta dependência do petróleo e para continuarem a estar na primeira linha de aproveitar o crescimento económico que Angola vai ter nas próximas décadas”, disse Manuel Caldeira Cabral.

Falando no encerramento da conferência “Angola 40 anos de Independência – Construir um Futuro Sustentável”, organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA), em colaboração com a Representação Comercial de Angola em Portugal, Manuel Caldeira Cabral vincou que “as empresas portuguesas podem dar um contributo muito importante para esta estratégia” de diversificação da produção económica no segundo maior produtor de petróleo da África subsaariana.

“Se olharem para a crise como oportunidade, esta é uma oportunidade interessante para quem possa e tenha a capacidade e queira investir no longo prazo e encontrar investimentos diferentes, que deem nova capacidade produtiva e diversifiquem a base produtiva” de Angola, acrescentou o ministro.

OJE, 29/02/2016