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O país precisa de um grupo financeiro da economia social forte

Desde 2007 ou 2008 que dizemos que o país precisa de um grupo financeiro da economia social muito forte, detido por instituições da economia social", afirmou hoje António Tomás Correia, líder da MGAM.

Tomás Correia, que falava durante a sessão especial de mercado regulamentado na Euronext Lisboa dedicada à divulgação do resultado da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela associação sobre o fundo de participação do banco mutualista - que foi bem-sucedida -, considerou que a transformação da CEMG em sociedade anónima é um passo fundamental para a criação de um "grupo financeiro da economia social em Portugal" com a "entrada de novos parceiros".

E realçou: "A economia social em Portugal tem metade do peso que existe no resto da União Europeia. Mas a caixa económica não vai só prestar serviços às instituições da economia social. Também vai apostar nas famílias, nas pequenas e médias empresas (PME) e nos empresários em nome individual".

"Temos uma grande convicção que vamos entrar nesta nova etapa com força e determinação. E que não defraudaremos todas as expectativas que se criarem com o Montepio", sublinhou Tomás Correia.

"Com esta OPA, o Montepio dá mostra da sua vontade e da sua determinação. E vai continuar o seu caminho a servir os associados, o país e o sistema financeiro", rematou o responsável.

Notícias ao Minuto, 11/09/2017