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Governo poupa 660 milhões em juros com reembolso de 10 mil milhões ao FMI

Os dez mil milhões de euros que o governo pretende reembolsar antecipadamente ao Fundo Monetário Internacional deverão resultar na poupança de 660 milhões de euros em juros com a dívida pública.

A poupança estimada será da ordem dos 660 milhões de euros com o pagamento antecipado dos 10 mil milhões de euros” dos empréstimos concedidos durante o programa de assistência financeira por parte do FMI.

“Além dos mil milhões de euros já reembolsados este ano, ainda serão reembolsados mais 2,6 mil milhões de euros de forma antecipada nos próximos meses, o que em rácio do PIB significa cerca de dois pontos percentuais”, avançou Mourinho Félix.

A previsão do executivo para reembolsar na íntegra os dez mil milhões de euros remanescentes do empréstimo do FMI aponta para um calendário de até 30 meses, podendo por isso estar concluído apenas no tempo da próxima legislatura. Além da referência aos reembolsos antecipados, Mourinho Félix lembrou ainda o recente acordo com o Santander Totta, ao nível dos swaps, acordo esse que envolveu também a cedência de um empréstimo de 2,3 mil milhões de euros ao Estado por parte do banco espanhol. “O empréstimo foi feito a 15 anos, com uma taxa mais baixa que a cobrada no mercado, reduzindo o custo da dívida”, sublinhou o secretário de Estado.

“Além dos mil milhões de euros já reembolsados este ano, ainda serão reembolsados mais 2,6 mil milhões de euros de forma antecipada nos próximos meses, o que em rácio do PIB significa cerca de dois pontos percentuais”, avançou Mourinho Félix. A previsão do executivo para reembolsar na íntegra os dez mil milhões de euros remanescentes do empréstimo do FMI aponta para um calendário de até 30 meses, podendo por isso estar concluído apenas no tempo da próxima legislatura. Além da referência aos reembolsos antecipados, Mourinho Félix lembrou ainda o recente acordo com o Santander Totta, ao nível dos swaps, acordo esse que envolveu também a cedência de um empréstimo de 2,3 mil milhões de euros ao Estado por parte do banco espanhol. “O empréstimo foi feito a 15 anos, com uma taxa mais baixa que a cobrada no mercado, reduzindo o custo da dívida”, sublinhou o secretário de Estado.

Dinheiro Vivo, 05/07/2017