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Emprego na Região Norte com o maior crescimento em 18 anos

A Região do Norte assistiu, no 1º trimestre de 2017, à aceleração do crescimento do emprego, atingindo, em termos homólogos, a variação mais elevada de que há registo, seguindo a tendência a nível nacional.

De acordo com os dados do relatório “NORTE Conjuntura” relativos ao 1º trimestre de 2017, a “população empregada da Região do Norte observou, no 1º trimestre, o mais acentuado crescimento de que há registo (ou seja, desde há pelo menos 18 anos), aumentando 4,2% em termos homólogos, impulsionada sobretudo pelos serviços”. Com mais 14 mil empregos. Depois de já ter crescido 2,2 por cento no trimestre anterior. A taxa de desemprego voltou a diminuir, para 10,9%.

A Região do Norte assistiu, no 1º trimestre de 2017, à aceleração do crescimento do emprego, atingindo, em termos homólogos, a variação mais elevada de que há registo, seguindo a tendência a nível nacional. De acordo com os dados do relatório “NORTE Conjuntura” relativos ao 1º trimestre de 2017, a “população empregada da Região do Norte observou, no 1º trimestre, o mais acentuado crescimento de que há registo (ou seja, desde há pelo menos 18 anos), aumentando 4,2% em termos homólogos, impulsionada sobretudo pelos serviços”. Com mais 14 mil empregos. Depois de já ter crescido 2,2 por cento no trimestre anterior. A taxa de desemprego voltou a diminuir, para 10,9%.

O relatório trimestral da CCDR-N, identifica ainda comportamentos positivos no que diz respeito às exportações. É de sublinhar que a aceleração do crescimento foi particularmente sentida nas vendas para fora da União Europeia, cuja variação homóloga passou de 3,9% no trimestre anterior para 24,5% no 1º trimestre de 2017. Esta aceleração, “só em parte se deve ao efeito de calendário associado ao facto de em 2016 a Páscoa ter ocorrido em março e em 2017 em abril.

O mesmo efeito de calendário explica, pelo contrário, um abrandamento do crescimento da atividade na hotelaria, mas a taxa de ocupação-cama expurgada da sazonalidade e do efeito Páscoa móvel alcançou no 1º trimestre de 2017 um novo máximo na Região do Norte.

A importação de bens de capital (excluindo material de transporte) por parte de empresas da Região do Norte registou um aumento de crescimento no 1º trimestre de 2017, o que deverá traduzir uma tendência positiva do investimento empresarial. “Também o licenciamento de obras assistiu a um reforço do seu ritmo de crescimento”.

A Região do Norte conheceu, ainda, uma subida da taxa de inflação e uma continuada diminuição do crédito às empresas. A evolução dos preços da energia foi a principal causa para o aumento da inflação na Região do Norte, durante o 1º trimestre de 2017, 1,5%. O crédito às empresas da Região do Norte continuou a reduzir-se durante o 1º trimestre, bem como o crédito à habitação. Já o crédito ao consumo e a importação de bens de consumo (13,5%) registaram no primeiro trimestre uma aceleração do seu crescimento, enquanto os levantamentos e compras com cartão cresceram a um ritmo menos acentuado (1,9%). Estes dados destacam-se no “NORTE Conjuntura”, o relatório trimestral da CCDR-N que identifica as tendências que marcam a evolução económica, a curto prazo, no território. Lançado em 2006, o “NORTE Conjuntura” é publicado trimestralmente e inclui uma análise detalhada de outras variáveis macroeconómicas relativas ao consumo privado e ao investimento, à indústria e ao turismo, aos preços no consumidor e ao crédito e, ainda, à aplicação dos fundos da União Europeia O relatório trimestral da CCDR-N, identifica ainda comportamentos positivos no que diz respeito às exportações. É de sublinhar que a aceleração do crescimento foi particularmente sentida nas vendas para fora da União Europeia, cuja variação homóloga passou de 3,9% no trimestre anterior para 24,5% no 1º trimestre de 2017.

Esta aceleração, “só em parte se deve ao efeito de calendário associado ao facto de em 2016 a Páscoa ter ocorrido em março e em 2017 em abril. O mesmo efeito de calendário explica, pelo contrário, um abrandamento do crescimento da atividade na hotelaria, mas a taxa de ocupação-cama expurgada da sazonalidade e do efeito Páscoa móvel alcançou no 1º trimestre de 2017 um novo máximo na Região do Norte. A importação de bens de capital (excluindo material de transporte) por parte de empresas da Região do Norte registou um aumento de crescimento no 1º trimestre de 2017, o que deverá traduzir uma tendência positiva do investimento empresarial. “Também o licenciamento de obras assistiu a um reforço do seu ritmo de crescimento”.

A Região do Norte conheceu, ainda, uma subida da taxa de inflação e uma continuada diminuição do crédito às empresas. A evolução dos preços da energia foi a principal causa para o aumento da inflação na Região do Norte, durante o 1º trimestre de 2017, 1,5%. O crédito às empresas da Região do Norte continuou a reduzir-se durante o 1º trimestre, bem como o crédito à habitação. Já o crédito ao consumo e a importação de bens de consumo (13,5%) registaram no primeiro trimestre uma aceleração do seu crescimento, enquanto os levantamentos e compras com cartão cresceram a um ritmo menos acentuado (1,9%). Estes dados destacam-se no “NORTE Conjuntura”, o relatório trimestral da CCDR-N que identifica as tendências que marcam a evolução económica, a curto prazo, no território. Lançado em 2006, o “NORTE Conjuntura” é publicado trimestralmente e inclui uma análise detalhada de outras variáveis macroeconómicas relativas ao consumo privado e ao investimento, à indústria e ao turismo, aos preços no consumidor e ao crédito e, ainda, à aplicação dos fundos da União Europeia.

Dinheiro Vivo, 20/06/2017