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Desemprego na zona euro mantém-se nos 10 por cento

A taxa de desemprego nos países que integram a moeda única chegou a junho nos 10,0% e tem-se mantido estável desde então, sendo esta também a taxa observada em setembro, de acordo com a informação avançada esta quinta-feira pelo Eurostat. É necessário recuar a junho de 2011 para encontrar um valor mais baixo. Em termos homólogos, estes 10,0% representam uma quebra de 0,6 pontos percentuais, o que significa que há agora menos cerca de 900 mil pessoas sem trabalho.

Na União Europeia, onde a taxa também se manteve nos 8,5%, apenas em fevereiro de 2009 se registou uma taxa inferior. Por comparação com 2015, a quebra é de 0,7 pontos percentuais.

Em termos homólogos apenas três países (Itália, Áustria e Dinamarca) registavam em setembro uma taxa de desemprego superior à de 2015. Portugal, tal como reportou ontem o Instituto Nacional de Estatística viu a taxa (ainda provisória) recuar um décima, para os 10,8%.

Em queda está também o desemprego entre os mais jovens: no conjunto da zona euro 20,3% dos que têm menos de 25 anos estão sem trabalho.

Há um ano eram 22,2%. As taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (4,0%) e na Alemanha (4,1%), enquanto as mais altas se observaram na Grécia (23,2% em julho) e em Espanha (19,3%).

Dinheiro Vivo, 03/11/2016